Oh minha doce dançarina,
Iara cujo canto reluz
de todo o teu corpo certeiro.
Embora Estela brilho apenas
se o meu canto escuro te evoca
e te recebe em minha boca!
poema: stela silvestre
voz: wilton cardoso
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Oh minha doce dançarina,
Iara cujo canto reluz
de todo o teu corpo certeiro.
Embora Estela brilho apenas
se o meu canto escuro te evoca
e te recebe em minha boca!
poema: stela silvestre
voz: wilton cardoso
Eu quis o grau zero da declamação. Que a voz fosse a transparência atravessada pelo ritmo infinito do poema. (Despertar o poema de seu silêncio congênito)
Não foi possível. Pude apenas degradar a voz, o grau podre da declamação.
Apareceu em Morrinhos/GO - 1971. Compulsão crônicaguda por escrever: poemas, ensaios... Leitor obcecado. E obsessivo. Mas preguiçoso. Mora em Goiânia. Caipira, caipora. Vive ao léu, como todo mundo.

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